quarta-feira, 29 de maio de 2013

Radialista é executada em Tabatinga .

O Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) divulgou nota lamentando o assassinato de Lana Micol Cirino Fonseca, 30 anos, radialista e coordenadora da Rádio Nacional do Alto Solimões, morta a tiros na tarde de domingo (26), em frente à sua casa, na cidade de Tabatinga (AM).

"O Conselho acredita que a valorização da vida é um dos princípios fundamentais que guia a comunicação pública, valor este refletido no trabalho realizado por Lana e pela Rádio Nacional do Alto Solimões. Que sua memória continue contribuindo para o fortalecimento desse direito fundamental da existência humana", diz a nota assinada pela Secretaria Executiva do Conselho Curador da EBC.

A radialista foi executada enquando tomava banho de piscina com seu namorado e sua filha. Há informações de que oito tiros foram disparados contra ela. A notícia repercutiu rapidamente pelas redes sociais. Em sua página no Facebook, diversos amigos deixam mensagens de solidariedade. Além de uma filha, também deixou um filho, ambos do primeiro casamento.

Em matéria publicada nesta segunda, a redação do Portal Tabatinga, jornal local, afirma que "esteve em seu velório onde familiares, amigos e conhecidos prestaram suas ultimas homenagens, seu corpo foi removido a cidade de Manaus e o velório prosseguirá na Igreja Batista, situada no Bairro Dom Pedro I  "Os meios de comunicação de Tabatinga encontram-se de luto pela perda de uma grande comunicadora e parceira, conclui a matéria.


 Lana nos estúdios da Rádio Nacional do Alto Solimões/divulgação


CONVITE PARA REUNIÃO DA FRENTE PARLAMENTAR COMUNICAÇÃO E CULTURA

   

CONVITE PARA 

REUNIÃO DA FRENTE PARLAMENTAR DE COMUNICAÇÃO E CULTURA

(Presidida pelo vereador Reimont e subscrita por 26  vereadores)

04 de junho de 2013, terça-feira, às 13h 

Auditório da Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Pauta:

- Outorga Canal da Cidadania, Resolução 489, de  18 de dezembro de 2012 - Ministério das Comunicações;

- Conselho Municipal de Cultura e II Conferência Municipal de Cultura.


sábado, 25 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Movimento lança processo de construção da Carta Mundial de Mídia Livre .

Foi lançado este semana, em âmbito internacional, o processo de construção da Carta Mundial de Mídia Livre. A iniciativa, aprovada durante a terceira edição do Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML) – realizado na Tunísia em março, como parte das atividades do Fórum Social Mundial 2013 –, pretende reunir os mais diferentes atores do setor em torno de princípios e direitos fundamentais para o exercício da comunicação livre nos diferentes países. O objetivo é construir um documento referencial para o conjunto dos veículos e ativistas deste campo, que permita avaliar, ao longo do tempo e em comparação à realidade de outras nações, o cenário dos meios de comunicação. A Carta será assim uma plataforma estratégica para a atuação conjunta dos movimentos e organizações que lutam pela democratização da mídia em todo o mundo.

«Desde de 2009, quando aconteceu o primeiro Fórum Mundial de Mídia Livre, em Belém, o movimento de comunicação cresceu internacionalmente. A construção desta Carta será um momento de reunir e articular o conjunto dos atores e militantes da mídia livre nos mais diferentes países e debater os desafios para garantir a liberdade de expressão», avalia Marion Bachelet, do E-joussour, portal da sociedade civil do Maghreb-Machrek (norte da África e Oriente Médio). Para Mohamed Leghtas, também do E-joussour, a Carta deve ser um instrumento de mobilização do movimento, e o Fórum Mundial de Mídia Livre pode passar a ser o espaço de reunião daqueles que aderirem a esta Carta.

O desafio não é pequeno. A própria definição de «mídia livre» engloba uma enorme multiplicidade de meios, de rádios e TVs comunitárias e associativas a blogs, sites e jornais alternativos, podendo passar inclusive pela mídia pública. A mídia livre inclui ainda os jornalistas, comunicadores, educomunicadores, blogueiros, produtores de vídeo e desenvolvedores de tecnologias livres comprometidos com a construção de alternativas aos modelos de comunicação monopolizados ou controlados pelo poder econômico.

«O que todos tem em comum é o trabalho pela transformação e pela justiça social», explica a senegalesa Diana Senghor, do Instituto Panos da África Ocidental. «Mas como há um grande número de iniciativas que não se conhecem, a Carta Mundial da Mídia Livre pode ser um instrumento para articular geograficamente diferentes tipos de mídia em diferentes estratégias de ação», acredita.

Por fim, o documento também pode contribuir para que os movimentos sociais e populares que participam do processo do Fórum Social Mundial compreendam que a luta por uma mídia livre também é um desafio central na luta por outra globalização, não apenas como um instrumento de comunicação mas como um direito em si.

Toró de princípios

Para dar um pontapé na construção da Carta Mundial de Mídia Livre, o III FMML promoveu uma atividade em Tunes, na qual os participantes levantaram as primeiras ideias dos princípios fundamentais e direitos a reivindicar que devem constar do documento. Um deles é o reconhecimento da comunicação como um direito e da informação plural como base para a formação de sociedades efetivamente democráticas e de uma opinião pública crítica e independente. Neste sentido, outro direito a se reivindicar na Carta é a afirmação dos movimentos sociais como produtores de informação essenciais para ampliar diversidade das mensagens que circulam no seio da sociedade civil.

A importância de uma regulação democrática para coibir a concentração da propriedade dos meios e do desenvolvimento de políticas públicas de comunicação com participação popular também foi lembrada no debate. Assim como o aspecto estratégico do acesso universal às novas tecnologias de comunicação e informação como a internet, que, num cenário de convergência tecnológica, deve permanecer livre de interesses exclusivamente econômicos. Da mesma forma, reafirmaram a necessidade de construção de um modelo econômico para a mídia livre independente das forças do mercado, que não seja dominado pela ditadura da audiência e da publicidade.

Diante da ameaça de autoridades políticas e econômicas e da repressão por parte de governos autoritários, os participantes do FMML destacaram ainda a necessidade de garantia de proteção aos jornalistas, blogueiros e comunicadores populares no exercício de suas atividades. E reforçaram a importância da educação para a mídia e da descolonização da produção do conhecimento.

«Será um documento amplo e ao mesmo tempo objetivo, no qual trabalharemos ao longo deste ano e que será validado na próxima edição do Fórum Mundial de Mídia Livre, em 2014», conta Danielle Moreau, presidente da ONG francesa Ritimo. Para elaborar a primeira versão da Carta, será formado um grupo de trabalho internacional, que contará com a participação das organizações brasileiras Intervozes e Ciranda. Em agosto, a primeira versão do documento será colocada, em cinco idiomas, em consulta pública na internet, para receber contribuições de adendos, modificações e exclusões no texto.

No final do ano, uma nova versão será disponibilizada para coleta de adesões iniciais, visando seu lançamento no primeiro semestre de 2014. A próxima edição do FMML deve, além de lançar a Carta, discutir estratégias para a apropriação do documento pelos movimentos sociais e atores da mídia livre e sua utilização em prol da defesa do direito à comunicação nos diferentes países, junto à sociedade civil e aos órgãos governamentais e multilaterais, como a relatoria especial das Nações Unidas para a liberdade de expressão.

Observatório do Direito à Comunicação



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Maninho Foto sempre na luta pela verdadeira Rádio Comunitária

Fiscalização da anatel , vamos ficar atentos .

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Maninho Foto sempre na luta pela verdadeira Rádio Comunitária

quinta-feira, 23 de maio de 2013

TESTEMUNHO DA VERDADE

Dia 28/05, às 10hrs, na Alerj. 1° Testemunho da Verdade da Comissão do Rio.
Dia 28/05, às 10hrs, na Alerj. 1° Testemunho da Verdade da Comissão do Rio.
Para pessoal do Rio a TV ALERJ transmitirá o evento.
LÚCIA MURAT - Cineasta - Presa e Torturada nos anos de 1971 e 1974.
DULCE PANDOLFI - Historiadora e Professora - Presa em 1970 e Torturada no DOI-CODI I Exército/RJ.

Fale Rio - Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito
à Comunicação - RJ
 
Próxima reunião:
 
Dia: 03 de junho de 2013 (segunda-feira)
Local: SindJor Rio (Rua Evaristo da Veiga, nº 16, 17º andar - Centro - Rio de Janeiro)
Horário: 19h
Pauta: PLIP/Campanha 'Para Expressar a Liberdade'; Canal da Cidadania; audiência pública na Alerj sobre rádio digital [...].

quarta-feira, 22 de maio de 2013